Identidade Visual: O que não fazer na criação de um símbolo

a) não tem ligação conceitual com o tipo de negócio que representa.
Mantenha a ligação entre o símbolo e o que ele realmente representa. No caso do exemplo acima, ele deveria representar uma empresa de assessoria em cartórios, mas está representando mais uma funerária.

b) a assimilação não é imediata, não tem leitura.
A imagem não representa, de imediato, uma transportadora, como deveria ser.

c) trabalho amador, primário.
Não possui significado explícito, nem texto representativo.

d) excesso de elementos.
Muitos elementos misturados sem identificar a sua representação.

e) número excessivo de linhas finas.
A quantidade de linhas finas prejudica a visualização, compreensão e entendimento do símbolo.

f) falta de personalidade.
À primeira impressão o símbolo não quer dizer nada, parecendo mais uma representação dos anéis de saturno.

g) símbolo rebatido ou girado, igual a outro já existente.
A representação é como se fosse uma cópia de um símbolo já existente, causando impressão de falta de personalidade e até mesmo a assimilação errada, podendo o público ligar o símbolo criado com o da marca a mais tempo no mercado.

h) a fusão do símbolo com o logotipo faz com que os dois só possam ser utilizados juntos, em uma mesma posição.

O logotipo deixou de ser um elemento independente da identidade visual e passou a ser o complemento do símbolo, tornando o uso de um dependente do outro.

Chegamos ao final da nossa série sobre Identidade Visual, espero que esse estudo tenha sido útil. Em caso de dúvidas, dicas ou complementos a este conteúdo, envie um email para contato@jlamim.com.br ou deixe como comentário no artigo.

Grande abraço a todos e muito sucesso!

Elementos da Entidade Visual
1) Logotipo: particularização da escrita de um nome. Alguns tipos de logotipos:
a) Letras desenhadas:
b) Letras de um alfabeto existente:
c) Letras de um alfabeto existente com modificações:

2) Símbolo: sinal gráfico que identifica um nome, idéia, produto ou serviço. Alguns tipos:

a) Abstratos: à primeira vista não representam nada, seus significados devem ser apreendidos.
b) Figurativos:

- Baseados em ícones: desenhos fiéis ao que representam.
- baseados em fonogramas: formados apenas por letras, que não são logotipos.
- baseados em ideogramas: representam idéia ou conceitos.

Não confunda símbolo com signo. Os signos são desenhos com significados específicos, destituídos de emoção.

3) Cor: cores relacionadas à empresa representada, formando a personalidade visual.
4) Alfabeto Padrão: utilizado para escrever todas as informações complementares em uma identidade visual.

Definição de Comunicação Visual
Comunicação Visual é todo meio de comunicação expresso com a utilização de componentes visuais, como: signos, imagens, desenhos, gráficos, ou seja, tudo que pode ser visto. O termo comunicação visual é bastante abrangente e não precisa ser limitado a uma única área de estudo ou atuação, embora o termo possa ter o mesmo sentido de design gráfico.

Design gráfico e comunicação visual
Antes do uso do termo 'design gráfico' ser adotado, o termo 'comunicação visual' servia para determinar a área de atuação do designer gráfico (comunicador visual). Mas como alguns consideravam o termo "comunicação" muito abrangente, problema às vezes enfrentado por comunicadores sociais, o termo em inglês para projeto foi adotado. Isso foi disputado por muitos, mas a decisão foi mantida e, em se tratando de design, comunicação visual é sinônimo de design gráfico.

Grandes empresas de comunicação visual como a Benke, de Indaial - Santa Catarina, se destacam no mercado com pintura de baús, envelopamento de automóveis, luminosos, banners e plotagem em geral.

 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
       
 
 
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